
Descenso abrupto de un avión tras agresión en cabina (Foto: Instagram)
Um avião comercial que seguia de Dubai a Tel Aviv sofreu uma queda abrupta de 4 000 metros em somente 30 segundos depois que o copiloto esfaqueou o piloto a bordo. A bordo estavam dezenas de passageiros que, assustados, testemunharam o repentino mergulho da aeronave. O incidente aconteceu quando a tripulação ainda estava ascendendo até a altitude de cruzeiro, tornando a manobra de recuperação especialmente desafiadora.
De acordo com relatos preliminares, o copiloto esfaqueou o piloto com uma arma branca durante o voo, deixando-o gravemente ferido e sem condições de controlar manualmente os comandos. Nesse momento, o avião perdeu sustentação e entrou em uma rápida descida vertiginosa. Foi o sistema de piloto automático que evitou um desastre maior, mantendo, mesmo que parcialmente, a estabilidade da máquina até que o copiloto conseguisse retomar algum controle.
Logo após a agressão, a cabine transmitiu um código de emergência ao controle de tráfego aéreo, informando sobre a situação crítica. Em seguida, o copiloto assumiu os comandos e, com dificuldade, acionou procedimentos de estabilização recomendados pelas fabricantes de aeronaves comerciais. Também foram ativados alertas de proximidade do solo, obrigando a tripulação a reagir imediatamente para evitar colisões.
Incidentes desse tipo lembram a importância dos protocolos de segurança que exigem a presença de dois tripulantes em qualquer cabine de comando. Após eventos anteriores envolvendo atos deliberados de tripulantes, as companhias aéreas e autoridades de aviação foram instruídas a reforçar inspeções psicológicas e de antecedentes. Essas medidas visam impedir que um único indivíduo possa comprometer todo o avião.
As investigações estão a cargo das autoridades competentes de aviação civil e de segurança aeroportuária, que já recolheram depoimentos de tripulantes, passageiros e examinadores de cabine. Peritos em balística e criminalística também analisam a arma branca usada no crime. O relatório final deve oferecer recomendações para reforçar a proteção nas cabines de comando e aprimorar os procedimentos de gerenciamento de crises em voos internacionais.


