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Relógio do Apocalipse é ajustado por grupo de cientistas fundado por Albert Einstein e Robert Oppenheimer

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El Reloj del Apocalipsis marca el pulso de la crisis global (Foto: Instagram)

Um painel de especialistas ligados ao grupo de cientistas estabelecido por Albert Einstein e Robert Oppenheimer anunciou o novo posicionamento do Relógio do Apocalipse, símbolo criado para representar a proximidade da humanidade a uma catástrofe global. A decisão foi divulgada hoje e reflete a avaliação dos riscos nucleares, das mudanças climáticas e dos avanços tecnológicos que afetam a segurança mundial.

O Relógio do Apocalipse, mantido pelo Bulletin of the Atomic Scientists desde sua fundação, recebeu sua última atualização após análises detalhadas dos conselheiros científicos. Albert Einstein e Robert Oppenheimer, que estiveram à frente da criação desse instrumento simbólico em meados do século XX, idealizaram-no para alertar a sociedade sobre as ameaças à sobrevivência humana. Desde então, ele passou a ser revisado anualmente, sempre considerando fatores políticos, militares e ambientais.

No comunicado, os responsáveis pelo grupo mencionaram tensões geopolíticas crescentes e a persistente modernização de arsenais nucleares como elementos centrais para a atualização do relógio. Também foram levadas em conta as emissões de gases de efeito estufa e a falta de progresso em acordos multilaterais de desarmamento. Segundo os cientistas, esses cenários podem acelerar uma escalada de crises com efeitos duradouros para populações em todas as regiões do planeta.

A metodologia empregada combina dados históricos sobre testes nucleares e acidentes industriais com projeções climáticas e avanços em inteligência artificial e biotecnologia. Albert Einstein e Robert Oppenheimer estabeleceram as bases desse processo de avaliação, que atualmente envolve especialistas em física, climatologia, segurança internacional e tecnologia. A partir dessas contribuições interdisciplinares, o painel decide, por voto, se o ponteiro do relógio deve ser aproximado ou afastado da meia-noite — metáfora para o “fim do mundo”.

A repercussão da modificação do Relógio do Apocalipse costuma gerar debates intensos em fóruns científicos e nos meios de comunicação. Organizações não governamentais e entidades governamentais frequentemente citam a nova posição do relógio como alerta para a urgência de medidas de prevenção de conflitos e de políticas eficazes de mitigação climática. Além disso, a cada anúncio, especialistas relembram o legado de Albert Einstein e Robert Oppenheimer, enfatizando a responsabilidade ética dos cientistas na busca de soluções pacíficas.

Desde sua criação há mais de 70 anos, o símbolo do Relógio do Apocalipse serviu não apenas como um indicador de perigo iminente, mas também como um chamado à ação. A cada vez que o ponteiro se move, somos lembrados da necessidade de cooperação internacional, de controle de armamentos e de investimentos em sustentabilidade. O grupo fundado por Albert Einstein e Robert Oppenheimer segue firme no propósito de alertar governos e sociedade civil, mantendo vivo o debate sobre como evitar que o ponteiro avance até a meia-noite.

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